sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

CONSEGUI, E AGORA?



“Veni, Vidi, Vici” é uma famosa frase latina proferida pelo general e cônsul romano Júlio César que traduzida para o português significa Vim, Vi, Venci. Essa frase expressa bem o que talvez você esteja sentindo agora nesta atual fase da sua vida, ou talvez que já tenha sentido ou ainda que almeja sentir.


Consegui, e agora? Muitas pessoas batalham, lutam, dão o sangue, e finalmente quando vencem, quando conquistam o que buscaram por tanto tempo, se sentem completamente perdidas, incapazes até mesmo de desfrutar o sabor da vitória.
Pode ser aquele namoro que você sempre quis, aquele emprego, aquele estágio, aquele desconto, enfim, as possibilidades são infinitas...
 

Mas como desfrutar disso tudo? Simples: o primeiro ponto é aceitar que sim, você é merecedor de tudo de bom que está acontecendo na sua vida.
Quem se apega somente às criticas nunca vai ter tempo de vivenciar o sabor da conquista.

Receba os elogios. Não diga que não merece. Se você conquistou alguém ou alguma coisa é porque você também tem algo de bom a oferecer. Ninguém emprega, namora ou compartilha algo com quem que não tenha nada a oferecer em troca.


 É normal talvez se sentir atordoado com tantas conquistas, afinal de contas vivemos em uma sociedade que nos condiciona a lutar sem muitas expectativas de vitórias.
Analise comigo: se você encontra dez pessoas na rua: nove te criticam (falam mal da sua roupa, do seu cabelo etc) e uma te elogia. No que você vai pensar mais? Nas críticas ou no elogio?
Se você respondeu no elogio, tenho que lhe dizer que sua autoestima está bem equilibrada. Mas isso não faz parte da realidade da maioria das pessoas, que neste caso se apegariam às críticas.


Você está assim? É hora de sacudir a poeira. Saia desse casulo emocional. Comemore. Você venceu! Você conquistou o que queria! E sim, você é importante! Pare de se rotular como um perdedor. Se você andar pelo caminho traçado só vai chegar aonde todos os outros já foram...
Lembre-se que a humildade abre portas. Arrogância as fecham. Seja grato por tudo de bom que você conquistou e também pelas pessoas que te ajudaram nessa empreitada. O mundo dá muitas voltas. Por isso sempre é bom construir pontes ao invés de muros.
Tudo bem, você conquistou, comemorou, agradeceu, mas agora está sentindo um vazio, como se todo o trabalho fosse em vão.
Pare.
Respire. 
Analise todo o caminho que você percorreu.  

 
Se estiver sentindo esse vazio pode ser que em alguns momentos você conquistou coisas para agradar a outras pessoas e não a si próprio. Se esse for o seu caso, mude a rota, redirecione os seus objetivos e conquiste por você. Se na prática aquilo que você tinha como objetivo não está sendo agradável, recomece... Se o que você quer não faz seus olhos se iluminarem significa que você precisa rever seus conceitos.
Consegui!
Que seus olhos possam brilhar quando você atingir seus objetivos e que você se sinta um vencedor!
Hoje e sempre!!!!!! 


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

É PRECISO SABER QUANDO SE ACABA UMA ETAPA DA VIDA!!!!

Boa tarde leitores queridos.

Arrumando meu material de apoio didático, encontrei este texto e achei de grande valia compartilhá-lo com vocês! Acredito que sempre é tempo de recomeçar, de dar a volta por cima, de agarrar uma nova oportunidade. Eu não sei o que você está passando, mas digo: vá em frente, conquiste seus sonhos, transforme-os em realidade! Trabalhe seu lado espiritual. Lembre-se que a ajuda vem do alto, mas também vem dos lados. E se a luta estiver difícil, procure ajuda. A família é base de tudo. Particularmente acredito que família não é apenas quem carrega o mesmo sobrenome que o seu. Família é quem cuida de você, quem gosta, quem se importa com você! Aperte os laços, mas saiba desfazê-los se for necessário.


É PRECISO SABER SEMPRE QUANDO SE ACABA UMA ETAPA DA VIDA!!!
(desconheço o autor)



Se insistimos em permanece nela, depois do tempo necessário, perderemos a alegria e o sentido do resto. Fechando círculos, fechando portas ou fechando capítulos, como queira chamar, o importante é poder fechá-los, deixar ir momentos da vida que vão se enclausurando. Terminou seu trabalho? Acabou a relação? Já não mora mais nessa casa? Deve viajar? A amizade acabou? Você pode passar muito tempo do seu presente dando voltas ao passado, tentando modifica-lo... O desgaste será infinito, porque na vida, você, seus amigos, filhos, irmãos, todos estamos destinados a fechar capítulos, virar páginas, terminar etapas ou momentos da vida, e seguir adiante.
Não podemos estar no presente sentindo falta do passado. O que aconteceu, aconteceu. Não podemos ser filhos eternamente, nem adolescentes eternos, nem empregados de empresas inexistentes, nem ter vínculos com quem não quer estar vinculado a nós. Os acontecimentos e as pessoas passam por nossas vidas e temos que deixá-los ir! Por isso, às vezes, é tão importante esquecer de lembrar, trocar de casa, rasgar papeis, jogar fora presentes desbotados, dar ou vender livros... Na vida ninguém joga com cartas marcadas, e a gente tem que aprender a perder e a ganhar. O passado passou: não espere que o devolvam. Também não espere reconhecimento, ou que saibam quem você é. A vida segue para frente, nunca para trás. Se você anda pela vida deixando portas “abertas”, nunca poderá desprender-se, nem viver o hoje com satisfação.
Casamentos, namoros ou amizades que não se fecham, possibilidades de “regresso” (a quê?), necessidade de esclarecimentos, palavras que não foram ditas, silêncios... Fazer a faxina emocional e arrumar espaço nas gavetas do futuro para o novo. Não por orgulho ou soberba, mas porque você já não se encaixa ali, naquele lugar, naquele coração, naquela casa, naquele escritório, naquele cargo... Você já não é o mesmo que foi há dois dias, há três meses, há um ano... Portanto, nada tem que voltar.
Feche a porta, vire a página, feche o círculo! Você nunca será o mesmo, e nem o mundo à sua volta, porque a vida não é estática. Faz bem à saúde mental cultivar o amor por você mesmo, desprender-se do que já não está em sua vida. Lembre-se de que nada, nem ninguém, é indispensável... É um trabalho pessoal aprender a viver com o que dói, deixar-se ir e aprender a desprender-se. E isso o ajudará definitivamente a seguir para frente com tranquilidade.
Essa é a vida que todos precisamos aprender a viver...


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO!!!



Quando 2014 começou, ele era todo seu. Foi colocado em suas mãos. Você podia fazer dele o que quisesse. Era como um livro em branco, e nele você podia colocar um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração. Podia... Hoje não pode mais; já não é seu.  É um livro escrito. Concluído. Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe será lido, com todos os detalhes, e você não poderá corrigi-lo. Estará fora de seu alcance. Portanto, reflita, tome seu velho livro e o folheie com cuidado. Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos e pela consciência; faça o exercício de ler a você mesmo. Leia tudo... Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou seu melhor estilo. E aquelas que você conheceu pessoas maravilhosas, aquelas que você se divertiu fazendo o que mais gosta. Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito. Não, não tente arrancá-las. Seria inútil. Já estão escritas. Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que será entregue. Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e evitar reescrever as ruins. Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o instrumento de livre arbítrio, e terá para preencher, toda a imensa superfície do seu mundo. Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije-o.  Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nas mãos do Criador. Não importa como esteja... Ainda que tenha páginas ruins, entregue e diga apenas duas palavras: Obrigado e Perdão! E quando 2015 chegar, lhe será entregue outro livro, novo, limpo, branco e todo seu, no qual você irá escrever o que desejar... FELIZ LIVRO NOVO! (desconheço o autor)


Nada melhor do que começar o ano de 2015 com o pé direito. Com certeza você já deve ter recebido muitas mensagens e votos para que o ano seja próspero e tudo mais. E na prática? O que você realmente pretende fazer? Vai esperar mais um ano passar para chegar ao final e se lamentar por tudo aquilo que não fez ou realmente vai sair da ociosidade e concretizar as tuas metas? Eu realmente desejo que você escolha a segunda opção. E para te ajudar nisso vamos falar sobre algo muito importante: DIÁLOGO!
Segundo o dicionário virtual Wikipédia, diálogo é a conversação entre duas ou mais pessoas, conversa, contato. Mas será que nós damos a importância merecida a essa palavra? Numa época em que facebook, twitter, instagram, whatsapp e tantos outros meios de comunicação dominam, será que realmente estamos DIALOGANDO? Não sou contra as redes sociais de forma alguma, mas devido a essa acessibilidade o diálogo face a face está cada vez mais incomum.
Na prática do dia a dia em nossas relações nem sempre o diálogo é algo fácil de ser estabelecido e acabamos nos comunicando e expressando o que estamos sentindo de qualquer maneira, sem pensarmos em nós mesmos e sem pensarmos no outro. Apesar de sabermos que a conversa entre duas ou mais pessoas pode ser a solução de muitos conflitos, evitamos a prática até mesmo por questões egocêntricas, que nos fazem acreditar que se conversarmos estaremos nos fragilizando ao invés de nos fortalecermos. Só que não basta apenas chegar diante do outro e falar. O diálogo só se tornará saudável se antes você souber dialogar consigo mesmo. Se não aprender a identificar o que te faz infeliz a probabilidade de projetar as frustrações no outro será gigantesca e com isso o diálogo se tornará inviável.
O que nos faz perder o controle no momento de uma conversa muitas vezes é o nosso desequilíbrio emocional, que se manifesta através dos medos, frustrações e culpas. Coloque-se no lugar do outro. Reflita como gostaria de ser tratado. Com certeza o resultado será muito positivo. É um treino constante. Não haja no calor da emoção, ou o risco de se pegar pensando após uma conversa: “Mas eu poderia ter falado diferente...” será grande. Mas o que fazer quando estamos prestes a conversar um assunto sério com alguém, um assunto que temos pleno domínio mas que na hora H dá um “branco”? Calma. Primeiro você precisa entender que no momento de uma discussão o emocional toma conta da situação e pode ser que você perca o controle. Se isso acontecer você não saberá o que dizer e a primeira reação é
se defender, não do outro, mas de si mesmo. Por isso o silêncio. Respire fundo, e quando se sentir melhor tente de novo. Você irá se surpreender com o diálogo saudável que você será capaz de manter.
Procure sempre conversar com as pessoas (familiares, amigos, colegas de trabalho etc.), sempre esclarecendo os mal entendidos. Faça a sua parte, mesmo que a outra pessoa não esteja receptiva. Faça por você! Você se sentirá feliz com isso, independentemente da resolução da situação, porque você terá feito a sua parte: buscou o diálogo. Por mais tensa que seja a situação, devemos sempre conversar, expor o que pensamos, sem nenhum receio, não nos esquecendo de também ouvir o outro.

Lembre-se do velho ditado:
 “É conversando que a gente se entende”.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

EMOÇÕES X DOENÇAS

"Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras. 
Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes. 
Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes  tornam-se seus hábitos. 
Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. 
Mantenha seus valores positivos, porque seus valores... tornam-se seu destino!" 
 Mahatma Gandhi

Agradeço a todos que colaboraram votando no meu face. Segue abaixo o conteúdo vencedor:

Emoções X Doenças
Muito se fala sobre o poder de nosso cérebro sobre a nossa saúde. Será que nosso cérebro pode ser nosso próprio médico? Tudo depende somente de nós? Para explicar isso de uma forma mais específica a Psicologia estuda as doenças de fundo emocional há muito tempo. Doenças Psicossomáticas e Somatização: ambas se referem a aspectos diferentes do mesmo ponto: a influência da mente sobre a saúde do nosso corpo.

Do ponto de vista psicológico, existem emoções naturais e fisiológicas que aparecem em todas as pessoas (alegria, medo, ansiedade, raiva, entre outras). Essas emoções atuam como poderosos motivadores da conduta humana.
Nem toda doença tem fundo emocional, todavia algumas correntes psicológicas defendem esta ideia. Entretanto, toda pessoa angustiada, nervosa, preocupada, triste, irada, enfim, com emoções negativas, terão seu sistema imunológico abalado pelo estresse. O sofrimento emocional e psicológico produz o hormônio cortisol (hormônio do estresse) e com a repetição desta descarga hormonal seu organismo tende a ficar cada vez mais debilitado a ponto de ficar doente. Hoje em dia há dados suficientes para podermos afirmar que emoções positivas potencializam a saúde, enquanto as emoções negativas tendem a comprometê-la.

O que significa Somatização?
Somatização é quando a pessoa apresenta sintomas cuja avaliação do médico não identifica qualquer problema orgânico, mas identifica uma causa psicológica, e o tratamento é feito com o psicólogo.

O que é Doença Psicossomática?

Quando usamos o termo “doença psicossomática” dizemos que a causa é psicológica, mas a pessoa apresenta alterações clínicas detectáveis por exames de laboratório, ou seja, o corpo da pessoa apresenta danos físicos. É uma doença verdadeira com causa psicológica, ou seja, a doença apareceu no corpo, como uma alergia por exemplo. Neste caso a pessoa deve tratar tanto com o psicólogo (trata a mente - emoções) como com o médico (trata o corpo).

Algumas atitudes desenvolvidas pela maioria das pessoas para enfrentarem as doenças psicossomáticas ou as somatizações:
   1. Olhar o problema objetivamente.
    2. Buscar alternativas para enfrentar a situação.
    3. Falar sobre o problema.
    4. Ter esperança de que as coisas melhorem.
    5. Procurar apoio com familiares e amigos.
    6. Agitar-se fisicamente.
    7. Fumar, beber e usar drogas.
    8. Comer e dormir em excesso.
    9. Adoecer fisicamente.
    10. Gritar e agredir.
    11. Meditar e relaxar.
    12. Isolar-se e ficar só.
    13. Esquecer o problema.
    14. Resignar-se.
    15. Sonhar e fantasiar sobre o problema.
    16. Rezar.
    17. Ficar nervoso.
    18. Preparar-se para o pior.
    19. Deprimir-se.
    20. Dedicar-se excessivamente ao trabalho.
    *MELO FILHO J – Psicossomática Hoje – Artes Médicas, 1992

O que provoca uma doença psicossomática?
Dificuldade em expressar sentimentos e necessidades, angustia, medo, raiva, falta de habilidade social, depressão, ansiedade, fobias, enfim, todo sofrimento emocional debilita a pessoa como um todo. Há casos de pessoas que se trataram por anos com remédios até que na psicoterapia descobre-se que tais pessoas se entregavam muito mais do que recebiam nos relacionamentos. Se a pessoa mantiver essa “doação de si mesma” de forma exagerada, seja com marido, filhos, família, amigos, etc., fará seu corpo adoecer. Mas ao trabalhar estes pontos na psicoterapia aprenderá a controlar a agressão sofrida e conseguirá controlar a doença.

Função do sintoma
O sofrimento mental fica lá, escondidinho, você nem se lembra mais, mas ele está lá, agindo traiçoeiramente, e se você não trabalhar o seu emocional, esse sofrimento vai encontrar uma forma de se manifestar, uma válvula de escape, que é o sintoma, que aos poucos vai fazer o seu corpo ficar doente. Todo sintoma tem a mesma função: te alertar de que alguma coisa não está indo bem, que você tem que tratar essa coisa. A somatização também está te chamando para você prestar atenção em você mesmo, e ver o que está errado na sua vida: Seu relacionamento com colegas? Seu casamento? Seu trabalho? Seu relacionamento com os filhos? Dificuldade nos estudos? A lista pode ser enorme. Olhe pra isso. Trate o que tem que ser tratado. Trate o emocional, porque o corpo só está chamando a sua atenção para que você veja que o psicológico não está bem.
Muitas vezes, quando você procura um médico apresentando uma Somatização, ouve sempre que isso é “frescura”. E quando o médico diz que você não tem nada, sofre em dobro, porque você sente que tem alguma coisa mas não sabe o que é. Doença psicossomática não é doença de “mentirinha”, é doença que o médico não conseguiu identificar a causa. Infelizmente nem todo médico tem o preparo para encaminhar o paciente para o profissional correto, que é o Psicólogo.

Somatização desde criança:
A influência da pessoa que cuida da criança (em geral a mãe) é decisiva no processo de identificação de estressores e escolha dos modos de enfrentamento, pois é a mãe que nomeia e valoriza para a criança tudo o que ocorre à sua volta. Havendo discrepâncias nesse relacionamento, seja por abandono, maus tratos, omissão, etc., a criança aprenderá a usar o corpo como um meio de comunicação e de defesa.

Somatização como complexo de culpa
A prática da Psicologia Clínica tem mostrado que grande parte das manifestações somáticas pode ter como componente básico a culpa, onde o sujeito utiliza o corpo como meio de autopunição. Essa situação representa uma reação e defesa ao estresse interior proporcionado por algum conflito íntimo, e é assim que o sujeito se impõe o sofrimento.

Desistência Depressiva
Outro tipo de situação capaz de gerar ou agravar doenças físicas é a desistência depressiva de viver. Nesse estado o sujeito “desiste” de viver, permitindo assim que a doença física o acometa. Exemplos: situações de perda familiar, perda da situação econômica e social e outras perdas que deem ao sujeito a sensação de não ter saída.


Hipocondria
O hipocondríaco é o famoso maníaco por doenças. Injustamente condenado por “querer chamar a atenção”. Na hipocondria a pessoa não “quer” ficar doente, na realidade ela tem um medo absurdo de doença, tem tanto medo, pensa tanto nisso que acaba vendo doença onde absolutamente não tem nada.

Histérico ou Histriônico
Este sim quer chamar atenção para si. Neste transtorno de personalidade a pessoa simplesmente se alimenta de atenção, “precisa” de que os outros lhe deem atenção. Esta pessoa confunde tranquilidade com rejeição, pois acredita que se as pessoas estão simplesmente em paz ao seu lado elas não estão gostando de sua companhia. Sendo assim, as doenças são inventadas intencionalmente como uma das formas de chamar atenção.
 
A psicoterapia trabalha mudanças positivas nas atitudes, muda a forma de pensar e de agir – o ajuda a parar de sofrer psicologicamente. Seu cérebro pode até ser seu médico, mas você precisa de um “piloto” para que esse cérebro consiga dar o comando correto para a sua mente. 
Para trabalhar estas e outras questões conte com o Psicólogo!