quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO PSICÓLOGO NA VIDA DAS PESSOAS



  O trabalho do psicólogo é muito importante e deve ser respeitado. Nossa principal função é trabalhar nas queixas associadas a conflitos internos do paciente, conflitos estes que geram incômodos para o próprio paciente e para as pessoas que fazem parte do convívio social do mesmo. 
O psicólogo, através da psicoterapia, busca junto com o paciente enxergar a origem dos conflitos, entendendo suas funções e discutindo com o paciente a forma pela qual o mesmo trata essas questões.



Fazer psicoterapia não é vergonha, é força. 
Força para mudar, força para resolver, força para amar (a si e aos outros). E este trabalho tem se tornado peça chave para a sobrevivência humana, pois em um mundo onde os recursos digitais deveriam facilitar o contato com outras pessoas, acabam nos deixando vazios e desgostosos. Uma prosa é trocada por um “like” ou “views” nas redes sociais. E com isso as pessoas vão se distanciando umas das outras, apesar de estarem no mesmo cômodo, talvez. 
 O psicólogo então se torna eficaz na vida do ser humano, diagnosticando, prevenindo e tratando doenças mentais, distúrbios emocionais e de personalidade. É através deste profissional que o paciente terá suas atitudes, sentimentos e mecanismos mentais analisados.  



Então qual é o momento certo para procurar ajuda psicológica?
É o momento no qual você percebe que não dá mais para segurar sozinho, e a palavra psicoterapia já não se torna mais assustadora, afinal de contas nem todas as respostas se encontram no Google.

Você merece ter um bom relacionamento? Aumentar sua autoestima? Ser menos ansioso? Entre outras questões? Então esta é a hora. Os benefícios da psicoterapia são muitos, dentre eles: conhecimento de si mesmo; desenvolvimento pessoal; aumento da autoestima; motivação; superação de conflitos internos; compreensão dos limites, potencialidades, ações a atitudes.



A melhor maneira de identificar a necessidade de ajuda psicológica é perceber o quanto de prejuízo está acontecendo em sua vida por conta das dificuldades emocionais, comportamentais ou cognitivas que você vem sofrendo. Você precisa se permitir achar um tempo para ouvir e falar de você. Segundo Carl Gustav Jung, o principal objetivo da terapia psicológica não é transportar o paciente para um impossível estado de felicidade, mas sim ajudá-lo a adquirir firmeza e paciência diante do sofrimento. A vida acontece num equilíbrio entre a alegria e a dor. Quem não se arrisca para além da realidade jamais encontrará a verdade.

Se você estiver encontrando dificuldades para se equilibrar emocionalmente, então está sim na hora de procurar ajuda psicológica. Liberte-se daquilo que o aprisiona emocionalmente. A psicoterapia é um aprendizado a seu próprio respeito, sobre você e o funcionamento da sua mente. 



Então porque algumas pessoas não buscam ajudam psicológica? Muitos acreditam que é melhor “deixar pra lá”; outros colocam como “eu não consigo resolver” e nos piores casos muitos se escondem na frase “Deus quis assim”. Estes pensamentos limitam você. Se você deixar pra lá, nunca vai saber se existe um outro caminho; se você acreditar que não consegue resolver, nunca vai descobrir a verdadeira capacidade que você possui; e se você acredita que “Deus quis assim”, saiba que Deus deu a cada um de nós o livre-arbítrio, então não é Deus que está querendo assim e sim você.  Não vale a pena adiar a procura pela cura e alívio dos sofrimentos emocionais.

Permita-se. Faça psicoterapia.


terça-feira, 20 de dezembro de 2016

PRECISAMOS DE PAZ!!!!





Segundo o dicionário online Wikipédia, a Paz (do latim Pax), é geralmente definida como um estado de calma ou tranquilidade, uma ausência de perturbações e agitação. Pode referir-se à ausência de violência ou guerra. Paz também é um estado de espírito, onde o ser se encontra equilibrado e sereno, encontrando a sua total paz interior.

"Como as guerras se iniciam nas mentes dos homens, é nas mentes dos homens que as defesas da paz devem ser construídas.”
(Preâmbulo da Constituição da UNESCO, 1945)

A paz não pode e nem deve ser entendida somente como ausência de guerra. A paz deixa de existir sempre que a vida humana é violentada, como temos visto a todo momento, através dos veículos de comunicação, pessoas desequilibradas emocionalmente agredindo outras pessoas, e o que é pior, isto está se tornando tão rotineiro que passou a ser um hábito considerado comum por muitos. 


Não! Isso não é nada comum. Não entre na tempestade das pessoas, traga-as para a sua paz. Mas primeiro aprenda a entender o que realmente significa a paz para você. Sim, você precisa compreender que não há paz quando existe o desespero por causa do desemprego, da falta de pão, de moradia, da juventude drogada, da violência doméstica, da falta de saúde, da violência nas ruas, das crianças sem escola, dos preconceitos contra os diferentes...
Como ter paz se aqueles que nos regem são os primeiros a incitar o ódio, nos massacrando a cada dia que passa com suas promessas vãs e tolas? 


Mas calma, apesar de tudo ainda há ESPERANÇA! Sim, é ela que não nos permite desistir da PAZ!
Aproveito então esse momento de comemorações: Natal, Ano Novo, para perguntar a você: o que você tem feito para semear a paz que você tanto deseja ver crescer no mundo? O que realmente você realizou de concreto para que isso aconteça? Você já parou para pensar que VOCÊ precisa ser a mudança que você quer ver no mundo?
Vamos começar com algo bem simples: quantos sorrisos você foi capaz de proporcionar para alguém no último final de semana? Foram muitos? Foram poucos? Não foi nenhum? Qual foi o último ato de caridade que você proporcionou para uma outra pessoa?
Precisamos compreender que a paz verdadeira é fruto do amor e da justiça, é conquista. Mas para amar o próximo e viver em paz com ele precisamos aprender a nos amar, a nos respeitar, a vivermos em paz conosco.


Paz é criar um clima de harmonia e bem-estar na família e na comunidade, lembrando-se sempre de que onde há amor, há paz; onde há paz, nada falta.
Termino essa reflexão com um texto que recebi pelo whatsapp, cujo autor desconheço a autoria, mas que serve de profunda reflexão para todos nós:

Sabe quando erramos?


Erramos quando valorizamos mais os de fora, do que os que são da nossa própria casa.
Erramos quando escrevemos grandes textos de homenagens, ou planejamos festas para os amigos ou apenas conhecidos, e esquecemos de homenagear todos os dias nossa família.
Sabe quando erramos? Erramos quando colocamos aquela linda toalha de renda na mesa para as visitas, e para os da nossa casa,  é aquela toalha velha mesmo, aquela manchada de tomate sabe?
Erramos quando a taça bonita é para as visitas, mas para os de casa? A xícara trincada.
Erramos quando nos empenhamos tanto em agradar os outros, mas para fazer um favor pra mãe, é um peso.
Sabe quando erramos? Quando nas rodas de amigos, ou nas redes sociais exibimos um amor incondicional pela nossa família, mas em casa nos recusamos a pegar um copo de água pro irmão.
Erramos quando queremos exercer ministérios quando o nosso maior ministério, que é a família, está desfocado, desdenhado, deixado.
Nosso maior e primeiro ministério a ser exercido é a família. Se esse ministério não é bem sucedido, nenhum outro será.
Resumindo: cuide da sua família, plante o amor e colherás a paz. Ajude a semear esta ideia.

* imagens retiradas da internet

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

QUANDO INSISTIR OU DESISTIR DE UM RELACIONAMENTO?



Olá meus queridos leitores! Estava eu a ler as mensagens do dia das minhas redes sociais quando chega a intrigante pergunta de uma querida amiga: O que faz uma pessoa desistir fácil de seus relacionamentos?


Pensei bastante e isso me incentivou a preparar este material para vocês. Acredito que insistir em uma relação que acabou é viver infeliz por opção. Inúmeras consequências negativas podem surgir quando optamos por manter uma união sem amor, sendo o sentimento de insatisfação o mais frequente. Ou seja: quando o sentimento acaba, a vida a dois pode se tornar um martírio. E assim muitas pessoas permanecem juntas, pois não tem forças para se sustentarem sozinhas emocionalmente. O outro lado da moeda também acontece: que é o relacionamento fugaz. A pessoa que antes era superinteressante se torna chata de uma hora pra outra e isso faz com que você termine e logo queira outra pessoa. E então o relacionamento e promessas de uma vida inteira mal sobrevivem a um final de semana inteiro, um mês, um ano... Te convido então a pensar se você sabe colocar a felicidade em sua vida em primeiro lugar. Responda para si esta pergunta importante: O que você valoriza na vida? Conseguiu uma resposta? Ficou em dúvida? E se após a leitura deste material as dúvidas insistirem em te rodear, procure ajuda profissional. Reconhecer as nossas emoções e saber lidar com elas sempre será uma alternativa saudável!



Aprofundando mais sobre este assunto compartilho agora com vocês a entrevista de Sérgio Savian, psicanalista e terapeuta corporal, cedida para o Portal UOL Mulher

Fonte: http://www.sergiosavian.com.br/relacionamentoamoroso/quando-insistir-ou-desistir-de-um-relacionamento/


QUANDO INSISTIR OU DESISTIR DE UM RELACIONAMENTO?

Por que pode ser tão difícil enxergar se uma relação vale a pena ou não de levar adiante?

Quando conhecemos alguém e o elegemos como “o ser amado”, passamos a nos relacionar não só com ele, de carne e osso, mas também com uma imagem que criamos dele dentro de nós. Esta imagem mistura características do que ele realmente é e daquilo que precisamos que ele seja. Esta imagem se alimenta da presença física dele, mas tem como base nossas carências infantis. Quando o “amado real” se distancia da imagem e da expectativa  que criamos dele, sofremos e ficamos confusos. Não sabemos mais se vale a pena ou não continuar com a relação, o que nos traz muita angústia.




Diante da dúvida entre insistir e desistir de um relacionamento amoroso, o que deve ser considerado?

O que devemos levar em conta é a quantidade de sofrimento que a relação está nos causando. Pode ser que o amado esteja contribuindo bastante para isso, na medida em que ele não é claro, não se compromete, não é o que você espera ou lhe trata mal. Mas também existe a possibilidade de ser você mesmo o agente da própria perturbação. Para entender o que está acontecendo, vale a pena passar por um bom trabalho de autoconhecimento, por uma análise, que vai lhe ajudar a ter mais discernimento e, a partir daí encaminhar sua vida da melhor maneira.




Para valer a pena insistir, o que a relação precisa apresentar? Só ter amor é suficiente? E quando é o momento de desistir?

Se a situação está difícil, complicada, só vale a pena continuar se houver a possibilidade de mudanças internas ou externas, quer sejam de atitudes ou de ponto de vista. A maneira com que amamos obedece a padrões que adquirimos em nossa infância, a partir das relações com nossa família original. Estes padrões podem estar contaminados de muita neurose e por isso podem não ser confiáveis. Continuar ou desistir da relação tem a ver com a capacidade de conviver e administrar conflitos, e isto é uma característica de cada indivíduo.




Quais perguntas a pessoa precisa se fazer para chegar a essa conclusão?


Pergunte-se:

  • Qual a minha responsabilidade, a minha participação nessa história toda?
  • Será que eu não venho repetindo o mesmo padrão nas minhas relações no decorrer da vida?
  • Quais são as minhas expectativas para esta relação?
  • Estas expectativas são viáveis? Podem ser realizadas?
  • Será que eu idealizei o outro e a relação de uma forma irreal?
  • Será que eu quero conviver intimamente com uma pessoa tão diferente daquilo que eu espero dela?
  • Será que ela tem condições de mudar?
  • Será que esta relação tem capacidade de mudar?
  • Estou eu e o outro empenhados em obter mais clareza de si e da relação?
  • Estamos conversando o suficiente sobre nós mesmos e nossas expectativas?
  • Temos capacidade de negociar a relação?
  • Conseguimos nos colocar na pele do outro ou tudo deve ser conforme a vontade de um dos dois?



Como reconhecer se um obstáculo é desafio – e pode ser vencido – e quando sinaliza que é hora de parar e recomeçar em outra direção?

A partir das perguntas acima você tem um bom diagnóstico sobre a possibilidade de ir ou não para frente com a relação. As relações só podem ter boa qualidade se ambos os parceiros se propuserem a olhar para si mesmo, reconhecer o que realmente desejam e além disso, saibam expressar com clareza para o outro o que pretendem. Sem isto, a tendência é viver ao meio de muita confusão.




Entre o insistir e o desistir há alguma outra possibilidade no meio?

Sim. A possibilidade é negociar. Para tanto é preciso que cada um dos dois saiba de si, se suas verdadeiras intenções e consiga praticar o “não positivo”, um não que pontua o que é bom ou não para si, que estabelece um contrato viável, bom para ambos os parceiros, que não penda somente para um dos lados.


E qual a orientação para a pessoa não encarar a desistência como uma derrota ou incapacidade? Há o lado bom em desistir?


Há um lado bom em desistir. Depois de se questionar muito, e isto significa que você não coloca a culpa somente no outro, depois de ter bastante paciência com o próprio processo de amadurecimento, com outro e com a relação, depois disso tudo, se você constata que nada vai mudar e que você está infeliz, desistir é uma questão de autoestima. Você pode se sentir bastante aliviado, de bem consigo mesmo. Mesmo assim, a desistência implicará em um luto da relação, da perda; afinal de contas, você terá de abrir mão de seus sonhos e isso sempre doi.



* Sergio Savian é psicoterapeuta especializado em relacionamentos. Saiba mais sobre seu trabalho no site www.sergiosavian.com.br
* Imagens retiradas da Internet