domingo, 24 de junho de 2018

UM POUCO DE CULTURA...



 


Já dizia Fernando Pessoa: “Cultura não é ler muito, nem saber muito; é conhecer muito”.

 
Pensando sobre este aspecto e de forma a valorizar os artistas tricordianos, a Prefeitura Municipal de Três Corações, através da Secretaria de Lazer, Turismo e Cultura e a Casa da Cultura Godofredo Rangel, promoveram a abertura do 21° Salão Aloysio Corsini de Artes Plásticas, ocorrido no dia 13 de junho de 2018 na Casa da Cultura Godofredo Rangel.



 O Salão reúne trabalhos em óleo sobre tela, grafite, aquarelas, esculturas em madeira e argila, fotografias e artesanato, todos estes confeccionados por artistas tricordianos, prosseguindo até o dia 11 de julho de 2018, sempre com a finalidade maior de abrir espaço para nossos artistas, fotógrafos e artesãos.
 
Criado em 1995, por sugestão do advogado Jaime Nogueira, o salão firmou-se como uma importante mostra de talentos artísticos da cidade e é destaque em nosso calendário cultural.


Este ano, o salão presta uma homenagem à artista plástica Heloisa Helena Lima Moreira, recentemente falecida, que sempre participou do salão, junto com seus alunos. Além de também homenagear o saudoso escultor Afonso Barra.



Sejam todos bem vindos. Os trabalhos dos artistas ficarão expostos até o dia 11 de julho de 2018 na Casa da Cultura Godofredo Rangel de segunda à sexta feira, de 12:00h às 18:00h.

  "Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe:

- Que tamanho tem o universo?
Acariciando a cabeça da criança ele olhou para o infinito e respondeu:
- O universo tem o tamanho do seu mundo.
Perturbada, ela novamente indagou
- Que tamanho tem o meu mundo?
O pensador respondeu:
- Tem o tamanho dos seus sonhos."
Augusto Cury





 *fotos realizadas no local do evento







domingo, 25 de março de 2018

QUAL É O SENTIDO DA VIDA?


Muitas vezes, em várias fases do nosso existir, acabamos por fazer esta pergunta: Qual o sentido da vida? Afinal, com a morte sempre à espreita, pode alguém simplesmente desaparecer deste mundo? A vida é só nascer, crescer, procriar ou não, envelhecer e morrer? Qual o sentido para tudo isso? Por que existimos?

Realmente o leque que se abre é imenso, onde nem sempre encontramos respostas, todavia, há uma infinidade de caminhos a serem percorridos... É fato que, quando realmente paramos para refletir o que estamos fazendo de nossas vidas, sempre sentimos um certo vazio existencial. A única certeza de que temos é que a morte é certa. A morte de cada um, a própria morte. Então, qual é o sentido em continuar? Quando pensamos sobre a nossa própria vida, tendo em vista que a morte é próxima, passamos a dar importância ao tempo, e com isso descobrimos que não temos todo o tempo do mundo. O que nos leva a uma outra pergunta: O que farei com o tempo que tenho disponível? E esta pergunta, juntamente com a resposta encontrada individualmente, o guiará por toda a vida.

Para a Biologia, o sentido da vida no estudo da vida (biologia) é a manutenção da vida, a reprodução da espécie. Na visão existencialista, que é uma abordagem da área da Psicologia, o sentido da vida não é algo pronto ou dado, mas algo construído, escolhido ou encontrado. Somos responsáveis por todas as escolhas que fizermos para darmos sentidos às nossas vidas.

Perceber que a vida não tem sentido pode parecer inicialmente estranho, perturbador, mas é ao mesmo tempo libertador, pois possibilita a cada um de nós sair da zona de conforto e se tornar autor de sua própria história, ao invés de ser um “copiador”, seguindo tradições impostas pela sociedade na qual estamos inseridos, sem nenhum critério.

É o sentido que damos a nossa vida que faz com que ela tenha um significado. As suas escolhas, suas atitudes, suas palavras, seus pensamentos... entre tantas outras formas de ser e existir. Todo esse conjunto, juntamente com as possibilidades diárias enfrentadas, o farão experimentar diversas sensações sobre “estar vivo” ou simplesmente “existir”. E devido ao intenso movimento entre acontecimentos e sentimentos, já que nada é estático, tudo se transforma com o tempo, pois nós nos transformamos o tempo todo. Ou seja, aquilo que inicialmente poderia tirar o seu apetite, o seu sono, hoje já não tira mais, e vice versa.

Não há como concluir na totalidade a questão sobre o sentido da vida, pois além de ser uma experiência totalmente individual e intransferível, a vida muda constantemente os caminhos, muitas vezes não fazendo sentido algum. E muitas vezes a vida não tem sentido porque não se trata simplesmente de ir para outro lugar, de chegar até uma meta, de concluir algo, rir e chorar, mas simplesmente de viver o momento.

“O sentido da vida difere de um homem para outro, de um dia para outro, de uma hora a outra hora. Assim, o que importa não é o sentido da vida em termos gerais, mas o significado concreto da vida de cada indivíduo num dado momento.”
(Viktor Frankl)

O ser humano não tem obrigação de definir o sentido da vida em termos universais. Cada um de nós o fará à sua maneira, pois o sentido da vida difere de uma pessoa para outra, através de experiências, de potenciais, de descobertas, onde cada um de nós descobrirá seu propósito vital em cada fase da nossa existência. E através de cada experiência ou fase, o que realmente importa é que cada objetivo nos confira satisfação e coragem para nos levantar pela manhã e lutar por aquilo que desejamos.

* todas as imagens retiradas da internet

domingo, 28 de janeiro de 2018

A CRIANÇA QUE VOCÊ FOI SE ORGULHARIA DO ADULTO QUE VOCÊ SE TORNOU?



Muito se fala sobre o futuro, sobre a criação de uma máquina do tempo para espiar como seria a vida do ser humano daqui a milhões de anos, mas você já pensou na possibilidade de voltar ao passado e lhe dar um conselho?
 O que você deixou de ser quando cresceu? Muitos adultos de hoje se esquecem de que um dia foram crianças, tiveram a sua fase de “aborrecência”, e se blindam como se nada fosse os abalar.
 
Lembro-me de que, na infância, um beijinho do pai ou da mãe ajudava o ralado no joelho a “sarar”, podíamos chorar sem que as pessoas falassem que somos fracos ou incapazes. Éramos inocentes, não deixávamos a malícia tomar conta do nosso ser. Como era bom brincar, ficar suado, correr, comer fruta no pé, dentre tantas outras coisas. Mas a vida passa para todo mundo, e a vida adulta chega, como um furacão. Precisamos escolher o que vamos ser como profissionais, como faremos para ganhar dinheiro, gravamos em nossa mente que temos que ser fortes a todo o momento e que não podemos chorar, brincar, andar descalço, entre tantas outras coisas, pois já não somos mais crianças...
Acabamos por endurecer o nosso modo de enxergar a vida, optando por ver obstáculos e dificuldades em cada nova etapa que precisamos enfrentar. E não nos damos conta de que deixamos pra trás tudo aquilo que precisamos para sermos mais felizes: a pureza de uma criança.
É claro que a ordem natural é a evolução, em todos os sentidos: física, mental, emocional e espiritual. Mas então lhe faço uma pergunta simples, porém de uma profundidade intensa: a criança que você foi se orgulharia do adulto que você se tornou? Que tipo de adulto você se tornou? A criança que você era teria orgulho da pessoa que você é hoje?
Um dos maiores paradoxos da vida é esse: vivemos à procura da sabedoria para descobrirmos que éramos mais sábios quando crianças... O que você tem feito para honrar a pureza que você um dia possuiu, quando criança? Como tem cuidado dos seus pensamentos? Lembre-se de que eles serão o reflexo das suas atitudes.
Quando criança, você muitas vezes ouviu a seguinte pergunta: “O que você quer ser quando crescer?”; hoje pergunto a você: “O que você pretende fazer daquilo que um dia você quis ser?”. Nessa caminhada concretizamos sonhos, outros são destruídos, e outros ainda estão em fase de construção. Como você tem vivido isso? Você cuida dos seus sonhos?
Toda criança tem no fundo de seus olhos o brilho pela vida. A luz do seu olhar ainda continua acesa?  Eu não sei como você se encontra no momento. Não sei se você tem orgulho do que se tornou hoje. Mas sei que independentemente da sua resposta, sempre podemos recomeçar, sempre podemos melhorar, sempre podemos evoluir...
Recomece... Transforme... Mude...  Evolua... Ainda dá tempo!

*imagens retiradas da internet

domingo, 10 de dezembro de 2017

GIRASSÓIS



Numa palestra sobre motivação e liderança falou-se a respeito da natureza dos girassóis. Como o próprio nome diz, eles giram de acordo com a inclinação do sol, em outras palavras, eles “perseguem a luz”.
Provavelmente essa parte você já sabia, mas tem outra que talvez não! Você já se fez essa perguntinha: E nos dias nublados e chuvosos, quando o sol fica totalmente encoberto pelas nuvens, o que acontece?
Interessante essa pergunta não é? Talvez você tenha pensado que a flor do girassol fica murchinha e olhando para baixo. Acertei? Pois é, está errado! Sabe o que acontece? Elas se voltam umas para as outras para dividirem entre si as suas energias.
Todos nós queremos essa luz, buscamos essa luz de diversas maneiras: na família, nos amigos, na religião, no trabalho e por aí vai. Mas sempre acontecem os dias nublados, os dias de tristeza, não tem como fugir deles.
Nessa hora, a maioria das pessoas fica acabrunhada, de cabeça baixa e quando mais fragilizadas chegam até a ficarem deprimidas.
Que tal fazer como os lindos girassóis?
Veja os girassóis! Olhe para o lado e perceba que existem pessoas como você, vivendo os mesmos desafios, talvez de maneira diferente. Compartilhe luz, sentimentos e pensamentos!
Que hoje você se encante com a beleza perfeita da natureza, que em sua simplicidade, nos dá uma verdadeira aula de como viver melhor e com mais harmonia.
E independente do tempo, permaneça com a cabeça erguida olhando pra LUZ maior, DEUS! Ele sempre nos ilumina, mesmo nos dias nublados!
Sejamos todos girassóis, que possamos transmitir luz uns para os outros quando  tudo estiver nublado!
Texto recebido através do WhatsApp, desconheço a autoria. 

*imagens retiradas da internet